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terça-feira, 5 de junho de 2012

Dirigente fala em recorrer ao STJDM

Rafael Bonetti, presidente do EF!FC, veio a público nesta segunda-feira, 04/06, comentar os incidentes da partida do último sábado, 02/06, diante do ACP, realizado na Associação do Jardim Parizotto.
Apesar de bastante consternado, o dirigente procurava falar devagar para que todos os repórteres presentes no Ninho do Pássaro pudessem compreender suas indignações:
- “Quero expor para vocês minha indignação em três momentos. Primeiro, o do gol anulado. Como anular um gol se nem sequer houve contato entre os jogadores. Nosso atacante estava muito longe do goleiro antes de conseguir empurrar a bola para o gol, e o goleiro nem sequer conseguiria chegar a tempo de evitar o gol. Falha número um do juiz.” - deu uma pausa neste momento.
- “Segundo fato: como forma de evitar o que seria o segundo gol da equipe adversária, nosso zagueiro pôs a mão na bola. O juiz, corretamente, marcou a infração, entretanto, aplicou a penalidade incorreta. Obrigatoriamente, nosso zagueiro deveria ter sido advertido com cartão pela infração, o qual não ocorreu. No momento seguinte, marcou pênalti. Agora, vamos a lei: diz o Livro de Regras da Confederação Brasileira de Futebol Sete, em sua regra n.º 09, em seu item relativo a Infrações Técnicas, que a mão na bola é considerada infração e a qual é aplicada a penalidade referente ao tiro livre em favor do adversário no local da infração ou na marca do pênalti se cometida dentro da pequena área. Acontece que não havia marcação delimitando o espaço da pequena área, caracterizando a não existência do pênalti, sendo que o juiz deveria marcar apenas falta.” - continuava o presidente.
-  “Por último está o fato dos 'carrinhos'. O carrinho foi banido do futebol sete como demonstra o item n.º 04 do item Infrações Técnicas da Regra n.º 09 do Livro de Regras da CBF7. E além disso, foi gentilmente combinado antes da partida que o 'carrinho' não seria permitido. E a única equipe a cometer este 'delito' foi a ACP, o qual não era penalizado pela arbitragem em campo.”
Por estes motivos, o presidente protocolou um pedido junto ao Comitê Interdisciplinar do Interdistrital 2012 para a criação de STJDM (Superior Tribunal de Justiça Desportiva Municipal), a fim de coibir os 'excessos' da arbitragem, a qual vem prejudicando o EF!FC em alguns momentos do campeonato. Sobre isso, o presidente foi claro:
- “Serei contundente, atitudes serão tomadas e dentre elas este pedido já foi protocolado junto a organização do torneio.” - conclui o diretor. 

Quem quiser saber mais sobre as regras do futebol sete, acesse: http://www.cbf7s.com.br/docs/LIVRO%20DE%20REGRAS%20OFICIAL%202011.doc- Acesso em 05/06/2012

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Árbitro interfere no resultado no Jardim Parizotto

Tudo caminhava para um bom jogo entre ACP e EF!FC na tarde nebulosa deste sábado, 02/06, na Associação do Jardim Parizotto, em mais uma rodada do Interdistrital 2012. Depois da vitória diante da Auto Escola Pra Frente Brasil, os Cachorros Verdes só tinham pensamento para mais uma vitória e assim seguir um caminho de recuperação no campeonato.
O confronto começou equilibrado, com as equipes buscando o gol. Somente depois dos cinco primeiros minutos é que o EF!FC tomou conta da partida, dominando principalmente o meio de campo, e alçando seu setor ofensivo com rapidez, mas não tendo tanta eficácia na hora de converter os bons lances em gol.
Tudo estava ocorrendo desta forma, até que em um bom lance, Guinho encontrou Rodrigo passando no meio da defesa do ACP e na saída do goleiro, o camisa 7 tocou para as redes adversárias. O gol empolgou a equipe que foi para cima. Assim, logo depois, em chute forte de Igor, a bola rebateu na zaga adversária e na sobra Rodrigo conseguiu desviar do goleiro e fazer o segundo gol para o EF!FC.
Só que o árbitro anulou o gol, alegando falta no goleiro do ACP. Sem entender, jogadores foram para cima do árbitro dizendo que nem sequer houve contato entre o atleta dos Cachorros Verdes e o arqueiro adversário. Entretanto, o árbitro não voltou atrás no julgamento.
A interferência no árbitro foi sentida pelos jogadores do EF!FC. Não tendo mais a mesma capacidade de organização, principalmente no meio de campo. Dessa forma, em uma escapada, o atacante do ACP conseguiu acertar um chute em curva, enganando Jefferson Gonçalves e marcando o gol de empate.
O empate no primeiro tempo não desanimou a equipe, que voltou com mais afoito para a segunda etapa, tentando reverter o resultado e as sucessivas interferências do juiz. Eram comuns os famosos “carrinhos” por parte da equipe do ACP, os quais não eram coibidos pela arbitragem, deixando a partida dar sequencia. Em novo lance polêmico, em uma tentativa do ACP pelo flanco direito do EF!FC, o atacante adversário tentou encobrir o goleiro, e ia conseguindo, quando o zagueiro Iuri Seffrin colocou a mão na bola, evitando o tento. Neste momento, o árbitro errou em dois momentos. Deixou de punir o atleta do EF!FC pela infração ao mesmo momento que marcou um penalti equivocadamente. O dano só não foi pior porque o arqueiro do EF!FC defendeu esplendorosamente a cobrança. 
No entanto, o gol adversário surgiu de um lance legal. O ataque adversário girou sobre a zaga do EF!FC, marcando o segundo gol. O Gigante da Planície estava ferido, mas não morto. Já havia conseguido chegar na frente do gol adversário em duas oportunidades, mas não obteve êxito em ambas as ocasiões.
Somente aos 43 do segundo tempo, veio o empate. Em uma jogada que começou na lateral direita, a bola sobrou para Guinho que acertou um belo chute no ângulo, igualando o marcador. A pressão continuava, mas o que era alegria se tornou tristeza no terceiro gol da equipe do ACP.
O apito final soou como um martírio para o esquadrão, o qual tentava virar o placar para reverter todos os revezes da partida:
- “Eu acho que a questão da arbitragem não é problema nosso. Deixamos isso para a diretoria. Ressalta-se aqui o empenho incondicional de todos os jogadores para tentar reverter a situação, a qual infelizmente não aconteceu.” - falava, quase sem palavras, o arqueiro Jefferson Gonçalves.