Quem dera saber onde se localiza todos os campos de futebol sete, sejam eles sintético ou natural, da cidade de Toledo/PR? Se nem todo mundo sabe, quem diga o EF!FC. Com um problema técnico na marcação do jogo (ninguém sabia onde ficava a partida, muito menos o marcador de jogos), os Cachorros Verdes demoraram cerca de meia hora, passando por diversos campos, dentre eles, o sintético da Vila Pioneiro e o sintético da Praça das Bandeiras, para a partir dai localizar o campo correto da partida.
Mesmo com o atraso e contando com o entendimento da equipe adversária, o Azulão, o EF!FC finalmente encontrou o local da partida, que era o campo localizado no complexo do Centro de eventos da Vila Pioneiro. Rapidamente, a equipe se vestiu e logo se pôs a campo, na primeira partida realizada pelo EF!FC naquele local.
Como não houve tempo de se discutir
antes da partida, o EF!FC optou por começar a partida seguindo a mesma
formulação das demais, só alterando Robson no lugar de Pedro e Edson no
lugar de Rodrigo. Desde o início a equipe sentiu a falta da presença do
meio de campo, principalmente, por contar com dois jogadores
extremamente ofensivos. Não demorou muito, e a equipe do Azulão logo
abriu o placar em um cruzamento da direita no qual o atacante adversário
não teve problemas para escorar e empurrar para as redes.
Foi
aí, que percebendo o problema, e observando a dica dada por Iuri
Seffrin jogos atrás, o esquadrão optou por trocar Edson e improvisar
Pedro como cabeça de área, o que acabou dando resultado imediato,
bloqueando os contra-ataques e dando mais toque de bola na saída do
campo defensivo. E com esta garantia a equipe partiu para cima. Em um
desses ataques, Gustavo Rotta recebeu a bola girou para cima do zagueiro
em direção ao lado direito e chutou no canto esquerdo do arqueiro do
Azulão. Achando que a bola ia para fora, o goleiro nem deu bola, o que
ocasionou no gol de empate do Gigante da Planície. Apesar do gol, o
EF!FC foi para cima e tentava de todas as maneiras virar a partida. E
como nunca, o EF!FC arriscava em chutes de longas distâncias, mas,
descalibrados, os chutes nem arranhavam a trave adversária.
Marcos Assunção também tentou arriscar
em duas oportunidades. Na primeira, recebendo um cruzamento de Guinho,
tentou escorar de cabeça no gol livre, mas acabou não tendo força
suficiente na cabeçada, jogando a boa chance para fora. Já na segunda
vez, desta usando de esperteza, ao receber a bola e vendo o goleiro se
aproximar, tentou jogar por cobertura. Entretanto, a bola
caprichosamente foi para fora.
Com
o tempo correndo, a equipe pouco teve o que fazer Desta forma, o
empate até que serviu como consolo, face aos últimos resultados, o que
animou os jogadores:
- “Foi um
jogo bom, corrido, e o resultado não veio por coincidência do destino.
Que venha o próximo adversário.” - dizia o zagueiro Iuri Seffrin.





