
A confusão iniciou-se na entrada das equipes para o gramado. O EF!FC com (o que já se tornou) o seu tradicional uniforme abelhinha. Já a equipe adversária se apresentou de uma forma peculiar apesar de tradicional nas equipes de futebol sete de Toledo: pelo fato da maioria dos seus jogadores serem sãopaulinos, o uniforme da equipe era baseado no uniforme visitante do time de futebol de campo do estado de São Paulo.
Além disso, outro ponto que chamou bastante atenção foi o fato de todos os jogadores usarem o número 10. Esta situação causaria bastante incômodo para o EF!FC no decorrer da partida. Em seu início, com a marcação funcionando, o esquadrão alviverde toledano chegou ao 1x0 num bom chute de Lucas.
A abertura do placar, causou um certo relaxamento para os Cachorros Verdes, fazendo todos os jogadores subirem ao setor defensivo adversário. A bobeira não foi acertada e o EF!FC pagou o pato por isso, quando em um contra-ataque, Linha Comin empatou no placar.
A partir deste momento, o esquadrão não se encontrou mais em campo, favorecendo o crescimento adversário. Isto causou a indignação do técnico interino, que insistantemente solicitava aos seus comandados o reforço na marcação:
- "Pela amor de Deus, gente! Marca o 10, não deixa ele correr! Marca ele!" - gritava o comandante.
O pessoal do setor defensivo não entendia aos orientações do professor:
- "Mas qual 10, professor?" - falava o zagueiro Rafael Bonetti.
A confusão acabou não tendo fim e o apito final soou como alívio para os jogadores:
- "Era difícil, pois quando você estava marcando um 10, aparecia outro pela lateral. " - comentou Ricardo Urbik.

