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domingo, 16 de janeiro de 2011

EF!FC recebe Farmácia Real e sai com a vitória

O segundo jogo da temporada foi boa para buscar uma sequência. A primeira vitória já havia sido conquistada, mas uma segunda daria confiança para a equipe. Porém, o jogo na tarde deste sábado (15/01) contra a Farmácia Real no Gramixinga teve mais um ingrediente, o tempo quente e seco.
Sem contar com todos os jogadores, uns por problemas de saúde, outros por compromissos extra-campo, o comandante Marcos Assunção usou as peças que possuía, sabendo que teria problema com o preparo físico logo logo.
O setor ofensivo dos Cachorros Verdes começou melhor. Com Calouro mesmo lesionado atuando como pivô, a equipe teve boas chances de abrir o placar, mas não obteve uma finalização precisa. Calouro até tentava e parava no bom goleiro adversário. Na metade da primeira etapa, a situação mudou, e era a equipe da Farmácia Real que contra-atacava, parando na tarde mística do goleiro do alviverde toledando. No intervalo, foi o atacante Calouro que saiu para falar com a imprensa:
- “Não fiz gol ainda porque não bateu vento!” - afirma Calouro
A etapa final veio e a situação piorou com o calor acentuado e o EF!FC sentiu mais. Recuado, deixou a equipe da Farmácia Real pressionar mais. Jeferson Gonçalves em noite iluminada atuou de maneira soberba fazendo defesas milagrosas.
Para o EF!FC sobrava poucos contra-ataques e em um desses, Calouro aproveitou o bate e rebate na área defensiva adversária para empurrar para o gol, abrindo o placar. O tento foi sentido pelo adversário que aumentou o volume de jogo perto da área defensiva do EF!FC, até que, faltando cinco minutos para acabar, a Farmácia Real acerta um bom chute empatando a partida.
Quando tudo parecia acabado e a partida parecia terminar no empate mesmo, eis que Thiago Bonetti foi lançado pela direita e partiu para o gol, chutando da entrada da grande área. O arqueiro adversário acabou aceitando o chute, permitindo o segundo gol dos Cachorros Verdes, fechando o placar em 2x1 numa segunda rodada movimentada.

Por: Rafael Bonetti